30/08/2015

idas

Muito prazer, humana. Vagando por aí e não fazendo nada., andando em círculos, reclamando, vivenciando o caos. Não tenho para onde ir. Contei meus passos até aqui. Não tenho mesmo para onde ir.

Muito prazer, eu não sei o que fazer. As pessoas andam e andam. Uma coisa que me intriga é que as pessoas têm para onde ir. E elas também têm certezas. Elas vãos, e sabem o amanhã. E sabem o depois, e sabem para onde ir. Eu segui a via única, e cheguei aqui. Mas eu não sei para onde ir.

Muito prazer, dentro do comum. Não dei o grito da glória. Não dei um grande passo. Segui o que tinha que seguir, e agora não sei para onde ir. Dizem que é o momento para escolher, plantar boa sementes, decidir o caminho a seguir. Mas eu estou perdida. Ou talvez, eu não queira ir.

Muito prazer, o que fazer? Quero ouvir o fora. Esses ideais que rodeiam e rodeiam e nunca mudam porque acham que não deve-se mudar. Eu acho que sim. Mas o que eu acho é tão pequeno. Tão do mesmo tamanho que eu. São esses ideaias. Eles não me deixam ir. Para onde eu deveria ir?

Muito prazer, mas pelo prazer de amar. Essa coisa de viver é tão complicada. Um todo é um todo, e eu tenho que ser do todo. Mas eu não sou deste todo. Tô debaixo do toldo e perdida no todo. E também não sei para onde ir. O que é viver, o que é estar? Anda-se sempre em círculos, e ainda assim, as pessoas querem se importar. Com o que não se deve.

E ainda assim, ainda. E indo para lugar nenhum porque não há lugar para ir. E é assim que tudo acaba. E tudo começa. E tudo vai, indo. Menos eu, que não tem para onde ir.

16/08/2015

16.08.15 - fim do mundo

os girassóis.

as nuvens

06/08/2015

Tem algo que tá faltando, mas não tá faltando nada

EU NÃO TÔ ENTENDENDO NADA, ALGUÉM ME EXPLICA O QUE TÁ ACONTECENDO?
ninguém nunca percebe que tem esses textos em branco, mas é essa a intenção mesmo.  2015 não tá sendo bem um ano muito real, né? quanta loucura, quanta loucura.

05/08/2015

Eu não nasci pra ler coisas inteligentes

Uma coisa que me intriga é que, dos poucos livros que eu não consegui terminar, a maioria é considerado grandes coisas. A Insustentável Leveza do Ser, O Morro dos Ventos Uivantes, e provavelmente, A Laranja Mecânica estão nesta listinhas. Um outro, bem, é Augusto Cury, mas eu duvido que alguém realmente consiga ler algo dele.

Tem gente que olha torto pra mim quando eu, uma menina tão inteligente, fala que lê John Green, e que adora a escrita da Alyson Noël - nesse caso, até eu me julgo, mas, tanto faz. Fato é que o que a pessoa lê não define inteligência, personalidade grau de cultilidade. Mas todo mundo acha que sim. E por isso, me sinto uma fracassada por não ter conseguido terminar um grande clássico e grande coisa de amor que é O Morro dos Ventos Uivantes. Na verdade, eu não consegui passar da página quinze.

Agora, enquanto luto com o vocabulário hard de Laranja Mecânica, isso me voltou. Todo mundo fala que acostuma depois de um tempo.

Acostuma o cacete.

Algumas palavras eu já sei o que significam numa boa, principalmente as mais usadas durante o livro. Mas é um tédio. É maçante. A história é encantadora (dentro do possível, sabe?). Melhor dizendo, a história é horroshow. Mas que livro chato.

Luto com ele, e já cheguei na metade. Tô conseguindo ficar mais perdida do que quando li um livro em inglês - com meu péssimo inglês. Mas resisto bravamente. E dessa experiência, eu tenho um sugestão que contradiz todas as leis da lógica, do bom senso e da vida: assista ao filme em vez de ler o livro. Cê entende bem mais e vive bem mais feliz.

Beijinhos da Duda que não sabe mais escrever mas que sente falta do bloguinho de ficar falando mal/bem dos livros que leu. Beijinhos.