27/07/2014

essa semana

Odeio quando perguntam o que eu fiz ao longo de tal prazo. Eu nunca fiz nada. Eu nunca faço nada.

Eu também não entendo nada de arte, mas me vejo no direito e dever de ficar olhando coisas artísticas, e ver algum lado especial, e achar que sei de alguma coisa. Sei que não sei, mas quem liga?

Ando totalmente sem rumo. Não tô afim de jogar Stardoll - ?????????? -, não tenho o que escutar, moscas caem na minha xícara, e a vida continua. Sem rumo.

As coisas parecem estar se arrumando aos poucos. Sei que é breve, isso já aconteceu antes. Daqui a pouco elas se embaralharão novamente,  eu vou ficar com a interrogação, até que o ciclo recomece. Por que as coisas são do jeito que são?

A questão é: as coisas têm que ficar no seu comum e normal, por mais péssimo que isso seja. A mudança desse rumo nos deixa para baixo. Quer dizer... É.

No finzinho de tudo, a gente sempre tá certo e errado. Acho que enfim consigo entender aquilo de trabalho em equipe. É difícil, mas é verdade. Mas, como toda regra, eu sou exceção. Eu não funciono de modo nenhum.

Eterna desapontada com tudo o que faz. Eterna pessoa sem especialidades. Eterna pessoa que passa despercebida. Aliás, o ano tá acabando. E todo ano eu penso que as coisas irão melhorar para mim. Mas elas só afundam. E acho que cada vez menos eu tenho tempo de ser algo. De ser gente.

Tem coisas que me deixam para baixo. Minhas filosofias de vida me deixam para baixo. Tem umas péssimas, mas, o máximo que pode acontecer comigo após comer um pastel desconhecido é eu vomitá-lo, passar mal, não dormir a noite inteira. Mas definitivamente, ninguém fica duas noites seguidas sem dormir por causa de nariz entupido.

No fim, minha mãe sempre esteve certa: eu realmente sou bicho do mato.

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Comente, não temos super poderes - uma pena - para acabar com você. Mas diga, e se o Skywalker usasse a Contracorrente e Percy um Sabre de Luz?