30/06/2014

Dreemboat: glíter, colagens e muita boniteza

quem me conhece por meio deste blogue sabe que eu sou uma pessoa que realmente gosta de glíter e de coisas um pouco bregas e afins. e se não sabia disso ainda, dê uma olhada no modelo e nas cores pouco extravagantes desta linda página recheada de textos imbativelmente sem noção. há alguma tempo minha irmã fez uma postagem em seu outro blogue sobre esta querida ilustradora que se chama Essine e que tem apenas 15 aninhos, assim como eu, e expressa tudo o que sente, pensa, vê, whatever lindamente crazzzzy nas ilustrações. ela gosta de escrever, de coisas antigas fofas, filmes, de ser uma menina gorda e de pessoas que aceitam os corpos da outras (ou é isso ou meu inglês é péssimo). acabei que me apaixonei por todos esses desenhos.

magical princess!!
minha favorita!!
redrawing stuff in markers and ink!!
art4pulp Getting To Know: Teeveedinner from The Pulp Zine  made this cute as heck lil collage for one of my fave people!!!paintin on some old postcards!!
sweet ‘n’ sour
são todas um pouco bregas, bem coloridas e o traço é um pouco primitivo. combina tanto com Queen que posso juntar minha banda favorita com belas ilustrações e colagens vibrantes (a cara do Mercury!!!!). acho que ela arrasa.
ache tudo sobre ela no blog e no tumblr 1 e 2.

29/06/2014

deixa eu afundar,
não saber o que falar.
deixa eu fugir,
não saber para onde ir.
deixa eu não existir,
deixa eu desaparecer,
deixa a música tocar.
deixa a chuva cair,
e inundar
o mundo todo,
e então deixa todo mundo desistir.

deixem-me mentir
se é isso que me faz sentir
deixem-me terminar tudo com ar
deixem-me não terminar.

deixa a chuva,
que em nada ela me atrapalha.
deixem-na, porque ela nunca falha.
cai certa
certa de que cai.

meu ânimo do dia:




27/06/2014

usar meia calça é um saco

passei alguns dias sem computador e não me senti vazia, acho que pela primeira vez. internet/computador/facebook/seja lá o que for sempre me foi muito importante. nem morri por não poder abrir o tumblr e olhar fotos e mais fotos por horas e nem fiquei maluca por não poder dar f5 no blog a cada dois minutos. na verdade, fiquei é muito tranquila. alguma coisa que não me acontecia há muito tempo nas épocas sem pc. nhá. nesses, ahn, sete exatos dias eu desenhei, eu li, eu grifei poesias, eu tirei fotos, jantei no exterior, eu fui à uma festa junina crazzzzzzy, dancei quadrilha com meu primo mais parado que um cone e botei minhas conversas em dia com meu melhor amigo. escutei bem poucas músicas e bastante o barulho da chuva, porque não para de chover compulsivamente na minha cidade e no Br inteiro (é?).

tenho uma puta preguiça de digitar e meu sonho seria todas as palavras serem escritas como em Her, onde todas aquelas cartas eram escritas pelo dom tão bonito da fala que nós temos. então eu fiquei muito tempo só guardando tanta coisinha na cabeça, sem escrever ou dizer pra ninguém. eu evito falar no whatsapp ou seja lá o que for porque tenho raiva de digitar errado. eu sou lerda. não entendo nem o que eu digito errado, muito menos os outros. mas eu abri exceções nesses sete dias cinzas e sem a porra do pc (que eu amo tantoOoOoO) pra digitar e talz no meu lindo celular para meu querido amigo que nunca é feliz e finge isso muito bem.

isso foi uma coisa que me fez pensar muito, na verdade. tem tanta gente nesse mundo e tem tanta coisa que precisa ser feita, tanta palavra que precisa ser dita e tanta coisa linda pra viver e as pessoas ficam de mimimi do tipo "não posso fazer isso porque (sou covarde) o que vão pensar de mim blá blá blá". gente, fala sério pra mim. eu não acredito que as pessoas não se dão o privilégio de dançar sem música ou de pensar bobeiras ou de demonstrar que se está triste, porque tudo o que vivemos é uma faxada mal construída de nós mesmos. ou de um alguém que nós queremos ser. falta permissão. falta assumir que as coisas não andam bem e parar de postar fotos com carinha feliz no instagram porque você é amigo de todo o mundo. eu me embolo nas ideias, certo. ui crazy help meEeEeE

esse meu amigo tem medo de assumir as coisas. e é do tipo que ama a todos e tá sempre feliz. será? todos somos inconstantes. eu já falei sobre isso. volúveis, móveis, como dizia Heráclito. o ser está em constante mutação, estamos em constante aprendizado, em constante amadurecimento e em constante crescimento emocional. permitir-se sair na rua de moletom ou chinelo havaianas sem medo do que os outros vão pensar mostra que você não fica presinho na caixinha lá no seu armário; mostra que você é livre. e por que é que a gente tem medo de ser livre? tem medo de ser só o que a gente é? por que é que existem todos os rótulos e a encheção de saco? meu amigo me disse que tenho a auto-estima baixa porque as vezes eu tô feliz e outras, triste. minha auto-estima não é baixa. mas é alta o suficiente pra eu não precisar provar nada pra ninguém. ninguém tá aqui pra provar nada pra ninguém. eu tô só de passagem.

eu sou a rainha de querer ajudar e ver as coisas certas. eu sempre fiz de tudo pra, quando as coisas não estão bem em casa, botar um sorrisinho ou qualquer coisa que quebre o gelo na cara do pessoal. eu sempre quis ver todo o mundo feliz e todas as coisas certas. mas eu nunca deixei de me importar comigo mesma. eu parei de pensar que minha mãe acharia errado usar jeans em casa ou botas. ou meia calça e rasgá-la por aí. ou me achar chata por tirar fotos de tudo o que meus olhos acham singelo. eu nunca parei de achar que o que eu queria era mais importante. pode soar egoísta? pode ser que sim. mas eu sempre pensei que se a gente tá bem, se a gente tá feliz e de bem com a vida, o que a gente quer fazer pelos outros ao nosso redor vai sair mais bem feito. e aí as pessoas vão perceber que você tá de bem com você. e feliz!!!! que é o que mais importa no mundo todo.

então, se permitir fazer coisas estúpidas, amar sem ser correspondido, sentir a brisa bater no cabelo e dançar sem música no meio da rua pode ser bom. eu acredito nessas coisas simplesinhas e bobas. e não deve ser porque tenho quinze anos e vejo a vida como um mar de rosas. mas é porque tudo isso vai passar. e eu vou crescer e amadurecer tudo o que tinha pra amadurecer e nada disso vai importar. minha mãe me disse esses dias que também tinha os mesmos problemas que eu na minha idade. mas agora ela tem trinta e oito. e nada mais importa. mas de que vale tudo se esse problemas tão supérfluos e bobinhos não existirem? aí nem filme da disney ajuda.


trilha sonora do meu dia

22/06/2014

Vermelho

Sou tão péssima desenhista quanto escritora, mas gosto de ambas as coisas. Então eu tento.
Isso foram, na verdade, desenhos fei(t)os no wreck this journal, num momento de "não sei mais o que faço na vida", que me geraram horas de rabiscos e inspiração, se é que podemos chamar disso. Inspiração de verdade são todas aquelas fotos na webcam que eu sou viciada em tirar, mas esses detalhes não precisam ser citados.

18/06/2014

Entre espinhos e bagaços

Ás vezes minha vida parece um tanto sem graça,
Tenho a impressão de que uma nuvem escura pairou sobre mim.
Sinto vontade de trazer o sol para perto,
Apesar de saber que não tenho esse poder.
Por isso eu visito jardins.
Jardins com várias espécies de flores.
Meus olhos se inundam com tamanha a beleza das pequenas.
Mas apesar de todas possuírem seus encantos, a que mais me chama atenção,
É uma tal de Rosa Vermelha.
Essa Dona é belíssima, e não tem noção
de como seu perfume desperta o meu olhar ensurdecido.
Mas essa mesma Senhora encantadora possui espinhos,
Espinhos que furam as minhas já muito machucadas mãos.
Sempre que tento tirar uma flor da Roseira, um novo espinho me espeta.
E é esse o motivo pelo qual não perturbarei mais você,
Dona Rosa Vermelha!
Até porque descobri um outro Ser nesse jardim encantado...
Ele não é muito bonito por fora.
Na verdade é bem estranho!
Entretanto, minha curiosidade por Àquele ofuscado pelo brilho da Dona,
Me ajuda a arrancá-lo do pé com mais facilidade.
Não reparei se havia espinhos, acho que é seu sabor desconhecido quem me atrai.
Levei o Pequeno para casa, e quando o cortei ao meio,
Aquele Fruto Feio se revelou o mais bonito ser que habitava o jardim!
O verde do seu bagaço falou para os meus olhos
Que o aroma não valorizado, tem o melhor dos sabores.
Assim concluo, que aquela dona rosa vermelha com seus espinhos ferozes,
Não possui nem a metade da magnificência do Senhor Fruto Verde-Por-Dentro!
E é com carinho que agradeço todos os olhares saborosos aos meus ouvidos,
Senhor Kiwi!

16/06/2014

Tudo isso é mentira

(escrito há alguns dias, e postado só agora...)

Eu sou uma pessoa muito verdadeira. Tem vezes que digo a verdade pra alguém e me arrependo depois. Muitas vezes já cheguei a perder nota em prova porque reclamei de o professor ter corrigido certo algo que estava errado. Tem gente que diz que sou burra por causa disso. Mas eu gosto de pensar que isso é uma qualidade boa. E se me perguntar qual é minha maior qualidade (além de linda, inteligente, engraçada pakas, diva...) posso dizer que sou verdadeira. Sou de verdade. Sou gente como a gente.

Tenho uma amiga desde muitos anos atrás, uns dez eu acho, e cara, como me considero madura convivendo com ela. Eu não fico chorando por não ter um namorado e ops, só ter paixões platônicas. Até acho isso meio gostoso. Aprendi que como muita gente fala, felicidade não é falta de sexo (nãaaao absolutamente não!), porque eu consigo ser uma menina de quinze anos muito feliz. E, voltando àquela amiga, eu não acredito que ter um namorado te faça assim tão mais maduro. Tem gente que retrocede a mente. Ai, como isso é bizarro. Ela, como muitos casos que conheço, é daquele tipo que reclama de tudo e não faz nada. Esse tipo de gente me dá nos nervos. Ok, eu também não faço muita coisa porque não saio do lugar. É verdade! Mas gente, pessoas desse tipo que querem viver às custas dos outros pra trabalhos de escola e depois reclamam que a educação no país é péssima merecem uns tapa na cara da sociedade toda.

Não tô aqui pra falar mal de uma das minhas melhores amigas, até porque adoro ela e tudo o mais. Mas isso é, de um modo geral, uma introdução pra todo esse tipo de gente. Gente que se acha o maduro, o inteligente mas na verdade ainda toma o leitinho que a mamãe faz e fala que nem bebê quando o papai manda arrumar o quartinho. Gente que fala português errado e corrige quem também fala errado. Gente que finge que lê (fala mal do Gabriel García Márquez e não entende nada da vida) e posta mil indiretas no facebook e fala que isso é muito bom pra mim fazer. Oi??

Eu sou verdadeira. Já disse isso. Eu queria que todas as pessoas (incluindo euzinha aqui, muitas vezes) abrissem seus olhinhos percebessem que não é só você que existe no mundo, caro amigo. Tem tanta gente por aí que é o novo Sócrates, tem pensamentos maravilhosos, escreve bem pra c*****o ou canta que nem o Freddie Mercury e tá escondido. Porque tem gente falsa e metida que tá querendo aparecer por coisas que não sabem. Todo o mundo tem direito de fazer. E tem tanta gente aí querendo ser super madura e odiando gente imatura que na verdade é um tremendo pé no saco e não serve pra nada.

Eu não sirvo pra nada e ainda não descobri meu talento. Mas falo na sua cara que é imatura. E que também não serve pra nada.

Hoje tô mais verdadeira ainda e corri na chuva. E tô ouvindo Queen (o que me deixa muito má).
Queen | via Facebook
                                               RAIN
               RAIN               RAIN      RAIN
        RAIN     RAIN RAIN                     RAIN 
RAIN                                                            RAIN
  RAIN   RAIN   RAIN   RAIN   RAIN   RAIN
             T              I                      L
                 
                      L                    I
                                 D
         I                 E      ,       R         A         I
           N
                            F           O          R                 E
            V

                          E                                        R

14/06/2014

hoje não é um bom dia. eu quero me trancar no quarto, ouvir música feliz, e achar que tudo está bem.
mas hoje tem que terminar. eu quero me esconder, eu não quero aqui estar. eu quero fugir, correr.

Parei de madrugada e chorei, e pensei. E a vida não tem sentido, desculpe. Não há depois, e todos vão morrer, hora ou outra. A gente vai envelhecer e viver anos nessa velhice. A nossa vida vai do nada apodrecer. E tudo o que você ficou anos juntando, não vai mais existir, porque ninguém vai lembrar de nada do que foi dito. Nem de suas referências. Nem de sua - falta de - sabedoria.

A vida é um infeliz ciclo.
A vida continua. A gente não.

*isso porque meu cabelo ficou bonitinho, mas hora o acho muio infantil, e hora acho que depois que eu arrumá-lo vai ficar igual duma moça que eu acho o cabelo bonito. mas a vida continua*

13/06/2014

Clarissa

Girl
Clarissa se importava demais. Se importava com o garoto de lábios finos e olhos brilhantes, com os pais sem ideias, com a falta de criatividade e com toda a inspiração que não aparecia haviam dias. Fios, linhas, anos. Engasgava-se com sua própria voz e abafava o riso. Clarissa queria mudar o mundo. Queria fazer arte e cantar nas ruas. Queria revolução, dedos sangrando nas cordas e uma legião de fãs. Muitos livros espalhados pela casa. Muita coisa bonita cercando. Muito pouca coisa pra se importar.

Clarissa chegava da escola todos os dias, ao meio dia, colocava a face sob o travesseiro, muito apertada, e gritava todos os "is" até perceber que já era hora de fazer a boa moça novamente. Clarissa trancava-se no quarto e via pornografia. Dançava Jimy Hendrix e lia livros de história geral. Era desprezada no colégio e nenhum garoto se interessava por ela. Por sua fraqueza, por sua falta de saúde, por sua falta de amigos e por seu amor imenso pela vida.

A dor é pra ser sentida. Sentir é o melhor remédio e a pior doença.

12/06/2014

Meu "célebro bugou" por vocês!

Sei que já escrevi muitos textos melosos e chatos falando de família e amizade, mas se escrevo tanto, é porque isso move a minha vida. Assim sendo, mais uma vez venho aqui falar sobre o que sinto em relação aos meus amigos (aquele momento muuito meloso e sentimental, portanto, se não estiver afim de ler mais abobrinhas sentimentais escritas por mim, sugiro que pare agora!). Eu tinha os melhores amigos do mundo, e pensei que não podia encontrar mais pessoas maravilhosas, e agora vi que estava totalmente, completamente, literalmente errada!

Metade do ano já passou e o dia em que cada um tomará seu rumo está se aproximando. Uns irão pra São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, e outros continuarão aqui no Paraná, mas em cidades diferentes. E estou pensando sempre mais que, em breve não vou mais poder passar dois intervalos de quinze minutos com um bando de gente esquisita que eu amo muito. Estava conversando sobre isso ontem com um dos meus novos e incríveis amigos, e disse que mesmo que a amizade prevaleça, não será a mesma coisa que é agora, e ele me disse "sempre que você conversa com alguem, essa pessoa se lembra de vc, e se vc é legal, essa pessoa se lembra de vc com carinho, e vcs podem voltar a conversar" - Por favor não me mate por ter colocado isso aqui!

E parei pra pensar que ele tem toda a razão! Nesses poucos meses criei laços que não quero mais destruir, conheci o Pedro, o Alex, o Artur, o Bruno, a Carol, a Fer; e tem aqueles serzinhos que já citei várias vezes e continuam aqui no meu cérebro -eu queria dizer coração, mas todo mundo sabe (até eu que sou péssima em biologia) que nossos sentimentos não vem do our heart, mas sim do nosso cérebro, aquela massa que parece um monte de linguiça! Eu quero mesmo continuar na lembrança de todo esse povo doido que me atura (não sei como), e eles podem ter certeza que sempre estarão no "célebro bugado". Eu vou colocar o nome dos mais antigos pra depois eu não ter que ouvir que não amo mais e blá blá blá. Então Bruno, Rafa, Gabi, João, Ricardo, Thiago, Le, Calda, Gi, Aline, Júlia, Bianca, Ilana, Victor e Renan, ainda amo vocês, meu povo lindo!

Só pra terminar, ontem comecei a agradecer as pessoas que estavam falando comigo no face por me aturarem, e elas não devem ter intendido. Mas é que aprendi que devemos falar o que sentimos e pensamos pra quem amamos, antes que vão embora! Por isso, brigada por tornarem meu cérebro cada dia mais cheio e feliz, vocês fazem de mim uma pessoa melhor, e eu sei que encho a vida de vocês de amor e loucura every day! Amo vocês mais que brigadeiro!

08/06/2014

A culpa é completamente das estrelas

O.K. A blogosfera já deve estar saturada de resenhas de A Culpa é das Estrelas. Mas eu gostaria de lembrar que isso não é uma resenha. Apesar de a minha paciência com esse livro tão amado ter sido esgotada por um tempo, apesar de ter enjoado dessas nuvens e da história linda de Hazel e Gus, não, A Culpa é das Estrelas não é qualquer filme.
Um filme sensível, uma trilha sonora linda, fotografia incrível e Ansel Elgort, que apesar de não ter nenhuma das características físicas de Augustus Waters conseguiu bater todas as expectativas que eu não tinha sobre esse cara incrível que é pra ser o Gus que sr. Verde criou. O John Green é incrível. Não me canso de dizer isso. Já li todos os livros publicados até agora e, apesar de todo o preconceito que existe vindo de pessoas que não leram seus livros ou não são garotas de quinze anos, posso dizer que esse cara é foda.

É claro que esse romance cancerígeno já deu o que tinha que dar, mas ninguém pode negar que esse é o tipo de livro que as pessoas riem, choram e ficam com vontade de chutar a cara de uns e outros. É claro que terminei o livro engasgando de tanto chorar. E é claro que terminei o filme engasgando de tanto chorar.

Pra falar bem a verdade, consegui chorar em quase todas as 2:05 de filme, porque ao mesmo tempo que achava engraçado/divertido/fofo/amável, achei triste porque a história é realmente triste. Não, A Culpa é das Estrelas não é qualquer livro, também. Porque ao passo em que você começa, você não larga e também não fica mais com a consciência tranquila. É mamão com açúcar? É. É previsível? É. É clichê? É. É tudo isso e mais um pouco. É uma história muito mais sem futuro que os outros livros do Green. Mas só o fato de ter Augustus Waters (que é sim, um dos maiores amores da vida de qualquer um) na minha prateleira, e agora, num filme que vou assistir mais algumas vezes, já é um conforto tremendo.

Tá. Não tá levando a lugar algum escrever esse texto ou até mesmo ler. Porque até agora não consegui falar nada do que eu realmente pensei enquanto lavava a louça.

Me desculpem por não ter tirado nenhuma foto do filme enquanto assistia ou não saber escrever elogios fúnebres pra um filme. Mas o fato é que esse foi um belo trabalho. Um filme tão bonito de se ver que você esquece tudo e chora. Esse era o meu propósito. Eu queria chorar e aproveitar a oportunidade de que ali haveriam muitas adolescentes bobinhas como eu que não se segurariam em chorar por aquilo. Porque aí ninguém ia perceber.

Eu vi A Culpa é das Estrelas sem expectativa nenhuma e só conseguir achar lindo.

Eu fui uma puta vendo aquilo. Eu senti remorso e muita tristeza. Mas eu me derreti. E eu tive raiva. E doeu. E é assim que as coisas são e alguns infinitos são maiores que outros, né?

E agora, depois de toda a chorumela que eu derramei nesse texto tão confuso quanto a vida, eu deixo vocês. Eu deixo você com a expectativa de Paper Towns que vem aí e com a dica de QUE TODOS VEJAM A CULPA É DAS ESTRELAS. Você pode ser quem você for e pode achar o quão ridículo achar. Eu só digo que vale à pena. E eu não entendo nada de filmes, mas eu entendo de sentir emoções. E aquilo lá, irmão, te faz sentir emoções.

p.s.: o sorriso do Ansel é lindo
p.s2.: a voz dele também é
ps3.: o Nat foi um ótimo Isaac e espero, um ótimo Quentin
p.s4.: você vai chorar também
p.s5.: Deus ajude as pessoas que fazem sons de "awnn" "oiiinnn" "rsrsrs" durante o filme não prestam atenção na obra, porque elas tem problemas mentais
p.s6.: meu professor de sociologia não entende nada sobre John Green e John Green não é uma porcaria.

UPDATE:
amei essa música ao passo de que ouvi no filme.

05/06/2014

Coisas que fazem esse dia estar bom

• Good Morning Good Morning realmente me acordou
• Não estava assim tão frio
• Eu vi o reprise de Jake Bugg no Lollapalooza
• Tinha lanche gostoso na escola hoje (grátis)
• O café que fiz logo após o almoço ficou gostoso (apesar de minha mãe ter dito que ficou fraco)
• Aquela cuca de coco sempre me surpreende
• Consegui conversar com as meninas sem parecer uma louca varrida
• Li um poema que me fez abrir um sorriso bobo
• Consegui, enfim, um aplicativo bom pra editar fotos no celular (e coube!)
• Estou viajando nas nuvens por motivo nenhum, só por estar tudo legal
• Faz sol e chuva quase que ao mesmo tempo.
• O chão não secou.

01/06/2014

livros - grande título

O VA aqui recebeu um meme meigo da Ana do O Céu de Alexandria. E a ideia é falar sobre livros e daí... Ah, que seja:

Vox Populi (um livro para recomendar a toda gente)
Então. Um livro - série, porque, né... - que eu recomendo para qualquer pessoa que pede, por qualquer gênero, é O Guia do Mochileiro da Galáxias. Amor da minha vida. Além de que é baratinho lá no Submarino, e todo mundo gosta de cinco livros por trinta reais. Ainda mais se os livros forem OS LIVROS. Se é que me entendem.

Maldito Plágio (um livro que gostaríamos de ter escrito)
Então. Então. Então. Ele começa com O Guia do Mochileiro e termina com das Galáxias. É tão genial. Eu gostaria de ter inventado aquilo. Tanta reflexão, tanta união, o Ford Perfect, o Zaphod. O Thor versão galaxiano, T-U-D-O me soa genial. E eu sou genial. Mentira.

Não vale a pena abater árvores por causa disso
Foi Assim que Te Amei, apresentando as estações + uma palavra poética. Comecei a ler a série porque minha amiga comprou os livros, e disse que amou. Como se o primeiro não fosse ruim suficientemente, o segundo cê vomita - coisa fácil para mim - de tanto amor e depressão. Por que você me deixou? Por que levou meus sonhos junto contigo e me deixou nesse inverno de cinzas?? - pequeno resumo do segundo livro. Resumo muito literal.

Não és tu, sou eu (um livro bom, lido na hora errada)
Não consigo pensar em nada. É que é o seguinte: eu não tenho hora pra livro. Tem livro que é bom, tem livro que é ruim. As vezes demora pra entrar no clima, mas sem essa de não ser hora.

Eu tentei... (um livro que tentamos ler, mas não conseguimos)
O único livro que eu não terminei, peguei e não foi em frente, foi A Insustentável Leveza do Ser. Livrinho ruim. E quase abandonei A Menina Que Roubava Livros, porque ô comecinho lento e chato. Mas é depois é só amor ♥

Hã? (Um livro que lemos e não percebemos nada OU um livro com final surpreendente)
Praticamente Inofensiva. Livrinho chato comparado aos outros. Mas é o fim mais uhu do mundo. É o fim mais uhu. E é o fim mais fim mais maravilhoso e eu não sei mais o que estou falando. É incrível. Sabe? É óbvio. E é o fim. É explícito que é  fim. Não tem depois. Não tem mais nada. É o fim.

7) Foi tão bom, não foi? (um livro que devoramos)
Anna e o Beijo Francês não foi muito bom. Foi maravilhoso. Sim. Foi esse Étienne todo.
Étiene = Isso + isso (não é a melhor foto, mas, ok...) + isso.
É um livro leve e bobo, idiota e clichê, mas é maravilhoso. Capa horrível, mas é lindo - isso é para outra parte, certo, certo?

8) Entre livros e tachos (uma personagem que gostaríamos que cozinhasse para nós)
Não consigo pensar em ninguém. Uma pena.

9) Fast forward (um livro que poderia ter menos páginas que não se perdia nada)
Fazendo meu filme 1 - A Estreia de Fani. Enrola. Enrola. Enrola. E nunca termina. É o moço correndo atrás dela e ela não ligando, depois ela correndo atrás dele, e chato. Chato. Chato. Sem mais.

10) Às cegas (um livro que escolheríamos só por causa do título)
As Vantagens de Ser Invisível. Não o li só por isso. Li porque nem lembro. Mas o título é bonito e chama a atenção. Então, eu provavelmente o leria ó pelo título. :)

11) O que vale é o interior (um livro bom com a capa feia)
Só para não repetir Amma e o Beijo Francês, eu parto para Lola e o Garoto da Casa ao Lado, da mesma autora. Perkins é vida. Perkins Eu não vejo a hora de chegar o próximo livro de capa feia, conteúdo maravilhoso e boys mais maravilhosos ainda dela aqui no Brasil!

12) Rir é o melhor remédio (um livro que nos tenha feito rir)
Diário de um Banana pega esse lugar. Toda a série é linda, maravilhosa, e engraçada. OK, os últimos dois são podrinhos, e não são engraçados. Mas é. HAHAH

13) Tragam-me os Kleenex, faz favor (um livro que nos tenha feito chorar)
Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes! me fez chorar por muito tempo. Oh livro sofrido. O começo é tão lindo. Tão fofo. Tão vou ouvir Dire Straits e voar. Mas aí vem o último capítulo que é muito legal e o Marvin aparece. Muito legal.

14) Esse livro tem um V de volta (um livro que não emprestaríamos a ninguém)
Não tem nenhum livro meu que eu NÃO emprestaria para ninguém. Mas eu não gosto de emprestar para qualquer gente. Tem que jurar que ele volta inteiro, sem um amassadinho nem nada.

15) Espera aí que eu já te atendo (um livro ou autor que estamos constantemente a adiar)
Tem dois livros aqui em casa que compramos/minha mãe achou na escola e trouxe para cá e que eu não tô muito afim de ler. Eu ainda vou ler. mas não agora, entende? Sendo eles O Guarani e eu não faço ideia do nome. Mas eu irei lê-los. Um dia. Quem sabe.

A questão é que eu não sou uma pessoas muito legal para fazer essas coisas sabe? Eu leio, mas nem tanto. E leio uns livrinhos chatos. As vezes nem dou atenção a tais. E eu não sou de ficar pensando muito nisso. Ou o livro é bom, ou é ruim, ou é indiferente. Apenas.
Mas é isso, queridos amigos.