30/08/2013

ô, ana

Pessoas lindas, a nossa amada Clarinha criou um blog paralelo. Pelo que li, são aqueles textos depressivos que ela escreve tão bem. Brincadeira, não são depressivos, são ótimos textos, lindo, lindos. Então se pra vocês não basta o Vírgula, agora têm outro blog para ler!

O link é esse: http://whysoana.blogspot.com.br/

29/08/2013

Ninguém tolera a intolerância


Na segunda-feira a tarde, eu estava tendo aula de português no colégio, e a professora passou um vídeo que me chamou a atenção. O vídeo nem era sobre a tolerância, mas eu uma parte dele, a mulher falou que falta tolerância nas pessoas hoje em dia. E e concordo plenamente! Parece que a nova regra é tolerância zero.

No transito, qualquer coisinha é motivo de estresse, briga. Claro que tem muitos motoristas folgados por aí, mas um pouco de paciência com o próximo de vez em quando é bom! em filas, as pessoas não conseguem espera e ficar alguns minutos parados, tem que ir entrando na frente dos outros, coisa que eu não acho muito legal. Pensa, você está lá esperando, e vem um bonitinho furar fila.

Nos relacionamentos a tolerância não é nem zero, é negativa mesmo! Qualquer coisa já vira motivo de briga. E eu não estou falando apenas de relacionamentos amorosos, mas todos os relacionamentos. As pessoas não aceitam as outras, não aceitam o fato de que elas mesmas cometem erros.

Não estou defendendo pessoas folgadas ou aproveitadoras, mas estou querendo dizer que não dá pra ser perfeito. Do mesmo jeito que outras pessoas fazem coisas que nos irritam, nós fazemos coisas que irritam os outros. Então eu acho que devemos pensar antes de falar coisas que magoam os outros. Coloque-se no lugar da pessoa, e pense que talvez ela tenha um motivo para fazer o que fez. Converse com calma e explique o que você pensa, sem agressão, por favor.

Não sou 100% tolerante, mas me esforço um pouquinho para respeitar e aceitar as pessoas como elas são, com qualidades e defeitos. Mas onde quero chegar é: TENHA PACIÊNCIA, PORQUE AS PESSOAS NÃO TOLERAM A INTOLERÂNCIA!

27/08/2013

escrevi

Soprava um vento gelado na nuca enquanto procurava as palavras certas para escrever. Queria, algum dia, usar analogias e metáforas lindas que os escritores usavam. Eu queria escrever, mais do que tudo. Dizer que é bobagem é bobagem. É libertador. Porque escrever é mais do que simplesmente colocar palavras em ordem em uma folha em branco. 
Tem gente que diz que quem escreve vê o mundo de outra forma. 
Eu acho que quem escreve cria seu próprio mundo.

luz

Fui marcando os dias no calendário pra ver se ele ia pra frente. Perdi um dia. Mais outro. Mais outro. E uma infinidade deles. Vinha a noite, vinha o dia, mas não vinha você. Eu tinha o céu, tinha as estrelas mas não tinha você. O café esfriava ao meu lado e eu não tinha você. Uma luz infindamente cortando meus olhos, com um clarão de dor no pâncreas me trouxe o que eu mais esperava em anos marcando sem fim meu calendário gasto na parece sem cor. Mais tempo eu agora tinha para esperar pelo que nunca viria. Eu estava aqui. Você estava aí. E nós estávamos juntos.

25/08/2013

Convite: A Última Herdeira

Hey pessoas, doces queridos meus. A Marina, nossa fofa postadora que largou de mimimi a pouco, começou a escrever uma nova série. Não é como "Algo de Insano", ou "Olívia e Seus Relatos". A história é totalmente fictícia, e envolve magia, e tudo mais.

A Última Herdeira - Marina Fank
A história começa quando seus pais fogem - motivo a ser descoberto ao logo dos acontecimentos -, e a menina - personagem principal - Manuela é abandonada. Passam-se muitos anos, e um dia Manu(ela) se sente diferente, melhor, mais forte. E é nesse mesmo dia que uma coisa bastante estranha acontece. E é nesse mesmo dia que a vida dela muda. E fica estranha.

Numa narrativa um pouco mais madura do que nas séries anteriores, Marina desenvolve um mundo fictício muito envolvente, com personagens muito intrigantes e especiais. O leitor poderá se sentir dentro dos acontecimentos - porque eu e a Ana incomodamos para ela descrever melhor as coisas! -, e se sentir tão especial, e cheio de dons, assim como Manu. (Descrição um pouco exagerada, mas tá valendo!)

Minha opinião como leitora: Acho que vai ser bem diferente de ADI, e que vai ser interessante acompanhar. Porque eu desisti no meio do ADI. A história é totalmente diferente, e tem um tom mais maduro, mais descritivo, e mais enchedor de linguiça: como Ana e eu exigimos. Mas é assim que se vende, não? Estou dando uma ligeira exagerada, só para vocês ficarem muito mais interessados, mas a coisa toda é realmente legal. É meio inspirada em Harry Potter. Quase uma fanfic, digamos. E eu até senti vontade de acompanhar - claro, sou editora de texto/design/help criativo/multiajudas da Marina nessas séries. Então... só posso dizer que vai ser incrível, se não meu esforço não vai valer a pena!

De verdade, tá ficando boa. Não é um "Teorema Katherine" ou "O Guia do Mochileiro das Galáxias". É uma gênero diferente. Claro. Não tão incrível quanto ao citados, mas para quem gosta da coisa, muito legal. Essa é a parte real, a parte de cima é puro blábláblá, que faz parte do nosso mundo cheio de mídia. É isso. 

Para acessar o primeiro capítulo da série: "A Última Herdeira: I"
É isso, benhês. Se vocês ficaram muito interessados nessa nova série, você pode acompanhá-la no outro blog da Marina, o Totalmente Alheia.

Chega de "mi mi mi"!


   Como o título disse, chega de "mi mi mi"! Antes eu era tão encanada com tudo, e tudo me deixava encanada, e agora, nada mais me encana, como algumas pessoas dizem: "não estou nem aí pra paçoca"! Estou me sentindo tão leve, tão feliz, livre, e me sentindo um pouco displicente, mas eu nem ligo! Só estou curtindo tudo. Curtindo meus amigos, minha família, meus blogs, meus livros, minhas músicas, e me curtindo!

   Era a pressão do vestibular, que só existia na minha cabeça, porque meus disseram que eu não preciso passar na UEL, claro que quero, mas sem estresse! E pra piorar, eu estava em duvida do curso que eu queria. Era a escola me deixando maluca de tanto estudar, e desde que me libertei, meu desempenho melhorou! Também tinha a pressão de me encaixar na sociedade. Eu nem ligo mais pra sociedade!

   Mas o melhor de tudo isso, é ver meus pais mais alegres. Eu não me estressava apenas, estressava eles também, e agora é só alegria. Sem nervosismo, e pressão, e dúvidas, e bobagens. Percebi o quão boba estava sendo, porque a maioria dos adolescentes passam por isso, não sou só eu! Percebi que a minha vida é maravilhosa. Que meus pais são os melhores do mundo, e a minha família é incrível, e eu tenho amigos fantásticos.
 
   Então pra que me aborrecer com pouca coisa?! Eu sei que meu futuro depende do vestibular, mas eu estou tão "de boa na lagoa", que nem penso mais nisso. Só quero viver bem. Muito bem! Quero fazer as pessoas ao me redor felizes, e descobri que sendo feliz, eu consigo!

24/08/2013

Fim

De todos os fins, seria esse o menos promissor. Por compensação, o mais perto.
De todos os fins, seria esse o mais fácil. E seria o fim.
De todos os fins, seria esse o posto do procurado. Mas como já disse, seria o fim.
De todos os fins, seria esse o único longe das flores e das cores.
De todos os fins, seria esse o mais tumultuado.
De todos os fins, seria esse o menos bonito e poético.
De todos os fins, seria esse o menos desejado.

De todos os fins, seria esse o que eu escolheria, porque no fundo, seria o que combinaria.

09/08/2013

Como alcançar a felicidade?

   Terminei de estudar filosofia agora, porque amanhã terei uma provinha haha. Então, eu estava lendo os pensamentos de grandes filósofos como Sócrates, Platão e Aristóteles, e percebi que as palavras "felicidade", "amizade" e "virtude" estão muito presentes nessa parte da apostila (no pensamento deles).
 
   Sócrates dizia que só faz o mal quem ignora o que é a virtude, ou seja uma pessoa boa é uma pessoa virtuosa. Dizia também que só quem é virtuoso e faz o bem é feliz. Platão dizia que só se deseja o que não tem , quem deseja felicidade ainda não a tem. Ele pensava que se um ser tem desejo, esse ser tem uma carência. Aristóteles dizia que para ser feliz, é preciso ter amizade. Segundo ele, existem três tipos de amizade: a útil que é quando uma pessoa gosta de alguém porque é útil em algo; a aprazível, que é quando se está com alguém porque essa pessoa é agradável; e a perfeita, que é quando as pessoas se gostam de verdade, desejam o bem para essa pessoa.
 
   Uauu!! Que introdução grande, hein, e olha que eu não escrevi praticamente nada do pensamento de cada um! Enfim, onde eu quero chegar é: você concorda com esses três homens que pensavam tanto? Eu concordo. Devemos ser virtuosos, devemos controlar nossos desejos, e ter amizades verdadeiras, amar seus amigos, desejar o bem a eles.

   Como ser feliz sabendo que você não tem amigos de verdade, que as pessoas que você convive não amam você, simplesmente estão perto de você ou porque você é útil à elas, ou elas a você? Como ser feliz  quando se tem um desejo, e quando o realiza, quer mais e mais, e nunca está satisfeito? Como ser feliz sabendo que você prejudicou muitas pessoas? Eu não sei, por isso concordo com esses caras.

   Eu me considero uma pessoa feliz. Claro que as vezes fico triste com algumas coisas (quase tudo haha), mas com o tempo passa. A minha família e meus amigos fazem eu esquecer as coisas tristes que acontecem não só comigo, mas com outras pessoas que estão a minha volta. Eu costumo sofrer por pessoas que nem conheço. Se algum amigo me diz que um parente está doente, eu fico muito triste, muito mesmo. Se um amigo meu está triste, eu fico triste. Mas a vida é isso, não é?!

   Ultimamente estou pensando em fazer medicina (minha pira com o vestibular só triplicou), é um curso muito mais concorrido. Mas eu não quero fazer pra ganhar dinheiro, isso é uma consequência. Quero fazer porque eu quero ajudar as pessoas, quero mudar a vida de alguém, tentar salvar uma vida, e não tem vestibular que vai me impedir de fazer isso! Se eu for mesmo fazer medicina, quero a especialização de oncologia, que trata o câncer. Depois que minha avó faleceu fiquei muito sensível com relação a isso. E percebi que nessa profissão posso fazer pessoas felizes, e principalmente, posso me fazer feliz.

  Não sei se já tiveram alguma experiência do tipo. Há dois anos, no Natal, eu, minha mãe, e minha irmã compramos doces e brinquedos, e depois levamos para um abrigo de crianças. Vocês não tem noção de como foi bom ver as crianças pegando os presentes, brincando, e eu me impressionei quando elas me ofereceram os doces. Tipo, elas não tem doces sempre, e quando tem, elas dividem com quem não tem. E percebi que aquele Natal seria o mais feliz que vivi até o momento. E quando recebo cartinhas das minhas amigas, ai gente, eu choro!

   Bom, vou parar por aqui, porque já ficou maior do que eu esperava, e porque tenho que ir correr (estou acabando com o meu sedentarismo). Pense, o que é a felicidade pra você? Como se alcança a felicidade? Nossa, como eu estou sentimental e pensativa ultimamente, nem pareço a velha Marina chatonilda. Então chega, ta bom de abobrinha por hoje!

Tchau pessoas!

07/08/2013

Esse lance de família...

   Esses dias estava pensando em uma coisa que fez eu rever algumas atitudes que eu tenho, coisas que eu faço, ou que eu não faço. Tipo, seus pais trabalham, ou algum deles trabalham, eu acho, e tipo, eles tentam dar tudo do bom e do melhor pra você; tentam estar presentes na sua vida, tentam educar, dar amor, carinho... mas pessoas, ser pais de adolescentes não deve ser fácil. Sério, acho que se eu fosse minha mãe, eu não teria paciência comigo.

   Pensa, agora que você já é adolescente (ou não), seus pais estão mais velhos, e você pensa: eles sabem como se cria uma filho. Mas, mesmo que você seja o mais novo, eles não sabem, porque cada filho é diferente do outro (é o que a minha mãe diz), e se você é o mais velho, como no meu caso, deve ser mais difícil ainda. É a primeira experiência dos seus pais criando pessoas que não são nem crianças, nem adultos.

   Eles devem ficar preocupados com as suas companhias, com seus estudos, com o que você sente, se está fazendo coisas certas, se está bem... é muita coisa pra pensar, e eu sinceramente não sei se é mais difícil ser pais de bebês. Claro que tem que ficar em cima de bebê o tempo todo, eles não falam, nem andam, nem fazem nada sozinhos. Mas adolescente já começa fazer quase tudo sozinho, começa ser um adulto, e eu acho que as preocupações são maiores.

   A questão é, esse lance de família é complicado. A maioria das pessoas quer estudar, trabalhar, pra depois casar e ter filhos (eu não quero nem casar e nem ter filhos), e eu acho que é o certo, porque deve ser muito mais difícil ser mãe com 16 anos do que com 27. E só de pensar que você um dia será responsável por uma ou mais vida, já dá um medo.

   E família é uma coisa muito importante na vida das pessoas, eu não conseguiria viver sem minha família. Mas então, o que eu realmente estava pensando é: será que eu mereço tudo o que meus pais fazem por mim? Será que eu realmente sou uma boa filha? Será que eu faço tudo o que está em meu alcance para agradecer e merecer os meus pais? Eu sinceramente não sei.

   E por último, mas não menos importante: nunca engravide se o seu parceiro estiver sob efeito de poção do amor. Repito. NUNCA.  Os efeitos que isso pode causar são enorme. Veja o Voldemort, por exemplo, quem que vai querer ser mãe de um bruxo desses? E já que eu falei de bruxos e tals, vou passar um link da receita da cerveja amanteigada,  pra vocês tomarem enquanto pensam nisso com suas famílias.

   Beijo pessoas.

Qual seria o sentido? Eu fico me perguntando.
Porque eu sei que não tem nenhum.
Porque todo mundo sabe que não tem nenhum.
Impulso.
E só. É só isso. Não tem sentido.
É automático. E sem sentido.

A morte de personagens queridos me deixa meio dramática. Meio mal. Meio triste. E desculpe Ana, vou roubar sua tag.
Eu percebo que estou mal quando eu preciso ouvir Real Love. É a vida...