24/05/2013

irreal

Era um dia depois do outro.
Eram dias comuns.
Era em cada um desses dias que eu me sentia
cada vez mais fria;
cada vez mas neutra.

Os outros vinham me chamar:
- Viva, e mais nada!
Eu vivia, na vida abafada
sem mala nem nada
até o fim do mundo.

Eu dançava e gritava
e ninguém ouvia.
Eu via a escuridão.
Eu via as estrelas.
É. Era tudo em vão.

Eu sabia que as coisas iam embora quando a chuva caía
e sabia que não voltariam mais.
Mas eu chorava como uma criança sem colo;
tentava fugir da realidade que me cabia
e só não encontrava todos os motivos
que me tornavam reais.
{que péssimo poema. inspiração a mil por hora, e as palavras não saem...}

4 comentários:

  1. Lindo, Ana, lindo e dolorosamente familiar.
    Todos os caminhos parecem tão perdidos e todos os brinquedos tão quebrados, não é?

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  2. Já ouvi sim Ana, conheci pouco tempo depois do Arctic. No meu tempo de fã neurótica, eu torcia pro Alex largar a Arielle e se casar com o Miles <3 Hahah, tão boba eu. Eles são incríveis juntos né?

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  3. Já, mas não gostei muito do filme, algumas partes são encantadoras e perfeitas mas tem outras muito bobinhas. Já a trilha é linda!

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  4. Lindo poema.
    http://sonhosdeegelo.blogspot.com.br/

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Comente, não temos super poderes - uma pena - para acabar com você. Mas diga, e se o Skywalker usasse a Contracorrente e Percy um Sabre de Luz?