05/03/2013

Quando se tudo está feliz...

Eu realmente tenho poucos momentos em que tudo o que eu quero fazer é rir. Rir de tudo. Mesmo. Na maioria das vezes distribuo pelo mundo meios sorrisos, tongos. Mas há dias em que eu só quero rir. Hoje é um deles. O dia está friozinho, um tanto nublado. E isso é só o primeiro fator. Parece que o mundo hoje etá de bem. Comigo.

Nothing's gonna change my world
Nothing's gonna change my world

Sério, são esses momentos que eu gosto. Esse ano ainda não foi tudo aquilo. Não foi nada. Eu esperava mais dele, mais do começo. E acabou que o quê? Não aconteceu anda. Parece que tudo está tão distante. A minha natureza parece distante. Eu pareço distante. Há quem disse que eu dou medo. O.K. Medo. Mas é o preço que se paga por ficar lendo na aula. Talvez ninguém vir falar comigo, ou essas coisas também seja reflexo só disso. Mas está começando a me incomodar. Eu nunca fui de falar muito, assim, demais. Mas eu sempre falei. Esse ano eu quase não conversei com ninguém. E aliás, já estamos na terceira semana de aula! Hoje que eu fui trocar uma ideia com uma colega - para trocar de lugar, porque, pô, a menina da minha frente é muito chatinha - o professor fala para eu colaborar com a aula. Acho que eu realmente vou ter que me dedicar mais a escola. Querendo ou não. Aliás, se você não tem ninguém para conversar na sala, você tem que fazer a tarefa. eu té ficaria feliz se alguém sentasse na minha frente para trocar uma ideia da matéria - se alguém lá da sala quiser ler isso, e se prontificar...

Bom, mas o título se referiria quando estou bem, feliz. E não o porquê do meu desânimo desse ano. Eu realmente não gosto disso. Não acho muito legal a ideia de eu não ter nem o que conversar com minhas amigas - não tenho, aliás, nenhum amigo - amigo, de verdade, amigo - menino. É tão triste. Elas não querem saber do livro que eu tô lendo, ou do meu blog. Ou de alguma música/banda nova. Ou sobre qualquer uma dessas coisas. Pois é, eu acho que estou em outro mundo. Todo mundo por lá evoluiu. E eu fiquei. Ou eu evoluí de forma bastante diferente. Ou ainda, estou sendo tola, e querendo que alguém tenha pena de mim. O que é menos provável. O pior sentimento que existe é o de pena. É sim. É a pena. 

Mas a verdade é que eu quero ser dramática. Mas tudo o que eu escrevi é verdade. De verdade.

3 comentários:

  1. O povo tem medo de mim também. E eu já fui bem introvertida e já passei pela mesma coisa. Até que comecei a aloprar de vez e todos viram que sou maluca, sim, mas sou engraçada. E agora tenho amigos até demais.
    É clichê dizer que isso é uma fase? Pra caramba. Mas é. Tipo videogame, só que da real life.

    Kissu ;*

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  2. Ah, guria, adorei o post. Quero dizer, é tão eu. Eu queria sentar na tua frente pra trocar uma ideia, queria mesmo. O pessoal que vem falar comigo na aula ou quer que eu ensine as contas de física ou vem perguntar algo - afinal, eu sou a quietinha da turma, a misteriosa, a que ninguém conhecia e que sabem que não irão conhecer. Isso é um saco, mas não tem ninguém que valha as palavras, entende?
    Venha pra minha escola. Vamos ser amigas e conversar sobre livros e música e essas confusões mentais que temos de vez em quando. Seria tão bom.
    E, hm, também tenho vontade de rir quando chove. É bem estranho, porque as pessoas podem me mandar pra longe, e eu vou rir ou dizer o quanto eu gosto deles. Todos sabem que eu odeio eles. É a vida. É a chuva.
    É, é a chuva.
    PS.: Layout maravilhoso!

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    1. Opa, venha para cá ,e fique reprovando um tempo kkkk

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Comente, não temos super poderes - uma pena - para acabar com você. Mas diga, e se o Skywalker usasse a Contracorrente e Percy um Sabre de Luz?