31/08/2012

Entenda, só isso...

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Bom, eu ando muito pensativa... Depois que a J. mudou de lugar na sala, eu ando tendo tempo para colocar minhas ideias no lugar... Não que isso seja bom, mas sei lá... Já reclamaram aqui no blog de meus comentários estranhos e sem sentido nenhum. Quer dizer, para mim tem um sentido. O pior é que eu associo algo com outro algo e depois com outro algo, e falo este último algo no blog, no comentário...

Depois de ficar um tempo sem escrever, eu já estava sem ideias do que fazer... Dormir a tarde toda era a minha opção... mas quer saber? Escrever é um vício. Você vicia. E não consegue parar. Porque sério, para quem é que eu vou falar sobre tantas merdas? Quem quer saber da minha querida meia furada que foi para o lixo? QUEM?

Hoje tem um casamento para ir. É bom. Toda sexta-feira eu vou dormir as nove horas da noite, depois de comer três pedaços de pizza. E na segunda ter que ouvir de como foi legal aonde tal ser foi. É sério, eu não ando achando ninguém com quem falar sobre assuntos gerais. NÃO ME INTERESSA QUEM É BONITINHO, CARAMBA. Eu não gosto deste assunto. É sério. Tá... Você lê em trilhões de blogs meninas que estão gostando de um ser que nem sabe que ela existe. Quer chorar? Quer? Então chora para si mesma, não precisa fazer o mundo todo saber do seu problema.

Ler blogs para mim está virando cansativo. É sério, se eu quero saber sobre suas desilusões amorosas, eu pergunto. Eu prefiro nem ler este tipo de coisa. Eu não gosto de fofuras, e meiguisses. A sociedade tá valorizando demais esses temas bobos. É sério. Agora só lança livros fofinhos, filmes fofinhos, músicas melosinhas... Ao mesmo tempo em que ninguém mais liga para isso, todo mundo quer este tema no mundo.

Agora, se é isso o futuro do mundo, eu prefiro não ter futuro. Acho que vou me trancar em algum lugar bem longe de coisas melosas e fofas, e fingir que não existe e nunca existiu... Não que eu não ache algo fofo... É sério, achar um bebê fofo, uma roupa fofa, ou sei lá, qualquer coisa fofa é normal. Eu não gosto muito de gente fofa. Geralmente gente fofa é muito... FOFA. Não tem como explicar. É irritante. É sério.

Se você é um ser fofo, gosta de textos/filmes/músicas fofas e melosas, não leia, se não quiser. Aliás, você só está lendo porque você quer. Também não fique bravo comigo, ser, porque cada um tem seu maravilhoso (ou não) gosto! É isso. um pouco tosco, e provavelmente um dos post que irei excluir!

24/08/2012

Apenas inspiração, baby...

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Eu me olho no espelho, e percebo que não há nada além de um quarto bagunçado, um cabelo bagunçado, uma mente bagunçada e uma postura torta... É sério. Eu ultimamente ando não achando nenhum sentido em nenhuma palavra que ando escrevendo, e nem sentido em minha inspiração.

Ache minha inspiração que anda escondida atrás de pedras pontudas que não se podem atravessar. E eu continuo reclamando de dor nas costas... Sinceramente, alguém não tem um vocabulário perfeito, e outro não tem ortografia perfeita, mas eu não tenho uma inspiração perfeita, ela é muito barata e maleável...

E quando me perguntam quem eu sou, o que responderei? Eu sou inspiração, ou eu sou eu? E se disserem que não existe inspiração, o que eu falaria? Um ponto de vista "oculto". Ahahahahahaha. 

Eu ando muito preocupada em fazer uma pessoa ler, tomar café e escutar The Beatles, que esqueço um pouco de investir na minha personalidade. Isto para mim é perfeito, assim posso ter uma pessoa com quem comenta o final de tal livro. Uhuuuu!

Mas isso só quando estou inspirada. Quando não tiver ninguém a volta que diga o contrário do que eu digo. E principalmente, quando alguém não falar para mim fazer progressiva no meu cabelo, porque sério...

Mas enquanto acharem meu ponto de vista cansativo, e estranho, direi que é a minha inspiração que não anda muito boa. Sabe, não ando tendo em quem me inspirar...

Mas entenda se possível...

22/08/2012

Uma dica da amiga ;)

Pipoca Derretida

E ai galera, tudo beleza?! Então, só passei aqui pra dar uma dica pra vocês que amam ler e amam blogs assim como eu, minha Juliana, mais conhecida como Jujubis ( só para os melhores, e eu sou uma hahaha), que tinha um blog que se chamava teens for teens, agora mudou o nome e deu uma renovada nele, então quem quiser dar uma olhadinha lá, esse é o endereço http://pipocaderretida.blogspot.com  e essa é minha dica, irei postar lá também, e comecei reblogando um antigo post meu que gostei muito.
A Ju tem muito talento e ama ler e blogar, assim como nós, ela é bem legal e está cheia de ideias super criativas para seu novo blog.
Eu e ela esperamos que gostem desse blogue que chegou para ficar! hahaha, chegou para ficar, estou até parecendo cantora com um sucesso novo, hahaha, ta bom parei gente, mas vão lá!
Beijos galera!

20/08/2012

Eu achei que tivesse enjoado de você, mas ainda estou muito triste com a morte de Rudy...

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Bom, quando eu leio um livro, eu realmente vou fundo. Eu sofro junto com a pessoa, eu rio, eu faço as caretas, eu... vivo o personagem. Bom, o último livro que eu li porque quis foi A Menina Que Roubava Livros a dois meses atrás, mas eu ainda estou anestesiada com Liesel e Rudy, e seu maravilhoso romance inexistente e ao mesmo tempo existente!

O ruim é que quando eu em empolgo em ler algo, eu tomo mais café do que o normal. Umas duas semanas atrás, eu andava meio "enjoada" com café. Ele não descia, parecia que tinha gosto de queimado, de infecção não garganta, e eu descobri era que minha irmã andava deixando a água meio que, ferver. E eu colocando muito açúcar. Eu me recuperei, mais ainda quase choro quando lembro da morte de Rudy...

Eu lembrei agora, porque uma amiga minha pediu o livro emprestado, e eu quase comecei a chorar na aula. Os únicos livros e filmes que eu já chorei ou quase chorei foram: sempre Ao Seu Lado (sim, filme de cachorrinho...), A Senhora Das Velas e A Menina Que Roubava Livros. Ah, e eu quase chorei quando o Buzz se perdeu na loja de brinquedos, e descobriu que ele era um brinquedo, e que tinha muito iguais a ele, em Toy Story..., mas deixa quieto...

Quando eu estava lendo A Menina Que Roubava Livros, a Morte falou que ele iria morrer. E ele morre no O Fim do Mundo Parte II. E eu vi a página, sem querer, daí eu ficava contando as folhas para mim não chegar na parte em que ele morre, que Liesel vê que ele morre, e daí beija ele, que ele ficava pedindo, mas ela nunca havia beijado ele... Eu quase chorei, admito....

Mas a questão de que eu enjoei de café nunca foi dito. É sério. Todo mundo ia achar estranho. Hoje um menino que estudava comigo ano passado chegou em mim e perguntou uma coisa. E eu respondi, rápido, porque eu falo rápido, e ele simplesmente falou "Você devia parar de tomar café!". Eu só não desço o soco na cara dos outros porque eu não sou dessas...

Enfim, eu acho que eu não quero mais ler livros que meus personagens preferidos morrem no final. Eu poderia ficar imaginando que o autor estivesse com muita boa vontade, e falta de ideia, e continuasse. Mas o Rudy morreu, e a Liesel também, então não teria como. Mas ele podia ter feito que o Rudy foi lá conversar com ela no porão, e os dois foram salvos! Ah não, acho que os pais deles não deveriam ter sido tão idiotas e tivessem deixado ele ir lá no negócio que eu esqueci o nome... Mas isso não vem ao caso...

Eu agora vou lá, pegar uma maravilhosa xícara de café, porque eu só achei que tivesse enjoado do meu amor (uns casam com gente, uns casam com cobertores, uns casam com pizzas, e eu vou me casar com uma xícara de café, mas meia hora depois eu já vou estar viúva a mais ou menos vinte e oito minutos...). E é isso, eu acho.

19/08/2012

Ceeeeeeeeeem seguidores, uhuul, uhul, uhul, uhul!!!!


Sei que parece ser bobo este post, mas eu Clara e Duda esperamos muito tempo para conseguirmos ter
100 seguidores, e agora que conseguimos alcançar nossa meta blogal (eu acho que essa palavra não existe!), temos que agradecer vocês por tudo, por tudo mesmo, por aceitar nossos pensamentos, muitas vezes bobos, por compartilhar experiências, por ler nosso blog, por seguir o Virgula, por tudo, tudo mesmo. Sem vocês, não seria possível fazer um blog que começou em uma tarde com pretzels se tornar realidade! Amo muito vocês, de verdade mesmo! E para quem não segue a gente, mas lê o blog, obrigada também, fazemos isso tudo por vocês, leitores e seguidores do Virgula Assassina!
O Virgula é como nosso diário, mas um diário que as podem ler, podem comentar, podem gostar, ou não, e  é o meio que encontramos de expor nossas opiniões, e achar pessoas muito parecidas conosco, o que é bem difícil fora do PC. Brigadaaaa!

Beijos de Marina, Clara e Duda.

18/08/2012

“Ruby,ruby,ruby,ruby, aaaaaah…”


Para mim, o rock é como um rubi, um rubi musical, cultural, e vital, sério mesmo. O rock está presente se não em todos, quase todos os momentos bons e ruins da minha vida galera. Não só porque eu gosto de rock, mas porque as letras tem a ver com o momento, sério mesmo.

Sabe quando você está indo para o seu colégio as seis e quarenta e cinco da matina, olha para aquele lindo céu azul e você ouve um bom e velho “ it’s a beautiful Day...”, ou então quando fica em segundo lugar no festival cultural da sua escola e canta com seus amigos “ we are the champions, my friends...”, ou quando está estudando para aquela prova de química, e não aguenta mais ler nomenclaturas de ácidos e bases e sais, com todos aqueles “hídricos”, “icos”, “atos” e escuta “I go crazy, crazy, baby, I go crazy...”, tem também aquele dia em que você está afim de irritar suas amigas que não gostam de rock e coloca “We will, we will rock you...” e sacode mesmo. Também tem aquela viagem que está fazendo de carro com a família, e pensa na pessoa de que está afim e canta olhando para as montanhas “I'm here without you baby...”, também tem aquelas duas primas que curtem rock, e estão no MSN ouvindo o mesmo “Hey...J J Jaded...”, e tem a certeza de que elas também estão cantando, lá da cidade delas, ou quando está lavando a louça e canta “Fly away on my Zephyr...” e sonha com o dia que você for voar de aza-delta, também tem um dia em que você pensa na vida,  coloca um fone de ouvido e ouve bem alto “I never wanna die...”, também tem aquele aniversário de uma amiga, e toda a sua galera está comendo macarrão no sereno e todos cantam juntos ”Cause I'm TNT, I'm dynamite...” e acabam cuspindo molho por toda a parte, e quando está triste por gostar de alguém que não gosta de você, ai se tranca no quarto e ouve “Love of my life, you've hurt me...”, e sabe aquela música que faz você pular na frente do espelho e cantar “Don't wanna be an American idiot...” ou na rodinha durante o intervalo que você coloca fones de ouvido e canta com suas amigas “Josie's on a vacation far away...” que aliás, é a única parte que sabem cantar, e sabe aquela música que te acalma pra valer “How long how long will I slide...”, e também aquela que você gosta de ouvir enquanto escreve no blog, e canta junto “Cause I don't think that they'd understand ...”, e quando você está pensando na sua infância e se lembra da música que era sua preferida e que você sabia cantar “Standing in line to see the show tonight...”, e quando você está com vontade ouvir uma música gostosinha “Come on, stand, up again...”, também tem aquela música que você ouve no intervalo e fica olhando para o menino que está afim “I'll be watching you...”, e tem vezes que sua amiga está triste, ai vai consolar ela, fala um nome fofo e lembra de uma música “Oh, Darling...”.

Bom galera, eu não vou falar de mais situações que vivi com músicas que marcaram esses momentos, mas o rock além de deixar a vida mais bonita e leve, deixa tudo marcado por uma música bonita, contagiante e legal. Amo o rock!

































PS.: a Duda colocou os vídeos do post.

10/08/2012

Os rotulados


Só porque uma menina é alegre e animada ela é "louca", só porque um menino tira notas boas ele é um "nerd", só porque uma menina faz sucesso com os garotos ela é "rodada", só porque um menino é bonito e fica com algumas meninas ele é "galinha", só porque uma menina fala o que pensa ela é "barraqueira". Viu só, todos tem rótulo, vivemos em uma sociedade rotulada, que dá mais importância para aparência das pessoas do que para seus sentimentos e  pensamentos.

Não vou dizer que nunca rotulei ninguém, que nunca chamei uma pessoa de "nerd", porque já chamei, todo mundo chama, todo mundo rotula os outros, o que é ruim, pois não somos produtos, objetos, coisas, somos pessoas, e se pessoas tivessem rótulos, teríamos código de barras na sola dos pés, não é verdade?! As vezes rotulamos os outros sem perceber, força do hábito, em uma conversa você fala e nem pensa, nem presta atenção.

Mas tem vezes que a primeira impressão é a que fica, mas antes de julgar, precisamos conhecer as pessoas, e mesmo depois de conhecer não é legal ficar falando dos outros, ninguém gosta que os outros falem de você, mas todo mundo fala dos outros. Cada um devia cuidar mais da sua vida, fazer para os outros somente o que permite que os outros façam para você, e se ficarmos cuidando das vidas dos outros, quem vai cuidar da nossa?! Pense antes de falar, pois você pode magoar muito uma pessoa, e ela deve ter seus motivos para ser como é.

É isso ai galera,
beijos.

08/08/2012

NÃO

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Eu fico pensando aqui com meus pensamentos bobos, por que as pessoas acham o NÃO ruim, não gostam dele, pensam nele com algo que não querem para suas vidas?!

Eu quero muito NÃO para minha vida, é, eu quero mesmo, tá bom que é um advérbio de negação, é uma palavra pesada, negativa (óbvio), e muitas vezes é ruim, pois acaba com sonhos, desejos, e mais coisas como a festa de aniversário de sua amiga que o menino que você gosta vai, e você queria super ir e seus pais não deixam, ou então aquele presente que queria ganhar, ou coisas boas que o NÃO estraga.

Mas o NÃO pode ser tão bom quanto o sim, por exemplo: "eu NÃO quero ficar longe de você!" "você NÃO precisa fazer muito esforço para passar de ano." "você NÃO vai ganhar um presente, vai ganhar dois!", viu quantas coisas o NÃO  pode ser um sim? Indiretamente, mas pode!

Amo o NÃO, mas apenas nas horas que ele é melhor que o SIM, (lógico).
Beijos galerinha!

07/08/2012

Sem sentidos

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Eu gostaria de ter espaço para as minhas pernas que formigam, e menos espaço para soltar meus pensamentos. 
Soltar firmemente minha voz quando realmente necessário, e perceber o realmente necessário.
Gostaria de estar com a cabeça para fora da área da gravidade, para que ela pudesse flutuar, e com os pés na água, para que afundassem.
E tudo teria uma forma.
Queria que meus olhos não se adaptassem a luz, e que meu cérebro não entendesse as cores.
Apenas queria...

Mas na verdade, meus olhos não enxergam nada, e tudo parece bastante confuso quando se trata de minha vida.
Eu não vivo numa área solida, e a cada momento estou afundando e me movendo mais.
E eu realmente gosto do jeito que as coisas vem acontecendo, porque só assim eu as entendo.
Eu as vezes fico a pensar em outra vida, outro lugar, mas tudo está tão definido aqui...

Quer saber? Enjoei de tudo.
Enjoiei daquelas coisas que eu realmente gostava e queria sempre seu movimento.

Agora quero apenas que esta ânsia acabe, e eu pare de soltar punhados de seus sentimentos.
Meus olhos estão inchados, ardendo e lacrimejando, mas por outros motivos, nada de dor.
Aliás, tudo parece tão certo. Foi só eu me colocar no meu lugar como se eu não fosse eu e perceber o quanto eu estava certa naquela hora, o quanto estava esperta na outra. Mas do que é que adianta agora?
Exatamente, nothing.

Não há coisas aqui, não existe ar. As teclas falham, e o contexto não foi entendido.
Das estrelas saem faíscas, e das faíscas luzes opacas.
O metal simplesmente parece maleável. Mas quem está maleável aqui sou apenas eu.

Os punhos estão abertos, mas os dedos estão fechados.
O sentido é zero, mas o sentimentos existe.
Eu gasto um sorriso, eu uso a minha voz, e eu ouço uma resposta.

Realmente aquilo tudo foi inválido...

A esperança invade. A sorte se acaba. Por que não podemos ter tudo ao mesmo tempo? Ou melhor, por que nunca temos nada? 
Quando se perde o tudo por outro tudo, qual era o tudo? Ah, sei lá...

06/08/2012

Sou a unica menina que não gosta da saga Crepúsculo?

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OK. Sabem, eu todo dia tenho que aguentar minha amiga falar de Crepúsculo, é Crepúsculo pra lá, Crepúsculo pra cá, e ela fica vendo os clipes das músicas do filme, e fica vendo os trailers... Não todo intervalo, mas as vezes, sabe, mesmo sendo pouco já me irrita, porque não consigo achar nada de mais na história, sei lá, é tão sem graça...

Pode ser que o livro seja ótimo e o filme seja um coisa, porque comecei assistir o primeiro filme, mas não aguentei até o fim, e não quis mais tentar, mas enfim. Pode ser como o Percy Jackson, gente que livro fantástico! É fabuloso, é legal, você viaja para o acampamento meio-sangue, mas o filme deixa a desejar sabe, a historia não tem nada a ver, não tem emoção, é totalmente diferente.

Mas voltando falar de Crepúsculo, se fosse isso, o filme não teria milhares de fãs, nos dias de estréia as filas não seriam enormes, e também ninguém ia saber como é a barriga do Taylor Lautner (ou ia ;D). Não consigo achar graça naquele romance, e admito achar patético as vezes, não por ser de um mundo diferente, porque senão seria ironia minha também (adoro Harry Potter, meus filmes e livros preferidos), mas sei lá porque, porque eu acho que a história é até interessante, uma garota que se apaixona por um vampiro e um lobisomem e prefere o vampiro (acho melhor que ela prefira o vampiro, assim posso ficar com  o lobinho, ou não, mas tenho uma queda por lobos...), é legal, mas o desenvolvimento, e o filme são tão tediosos - na minha opinião é claro. Posso estar errada, mas acho que falta a emoção, adrenalina, sei lá, falta coisa sabe.

A questão é: não gosto, e eu podia começar ler o livro, mas só de pensar no filme, sei lá, e ah, já ia me esquecendo, não suporto romances, pode ser isso, acho meloso e sem graça, gosto de aventura e ação,por isso amo o Harry, ai ai, amo amo!
Mas então tá galera, beijocas pra vocês, e não me odeiem por não gostar de crepusculo, please!
Marina.

03/08/2012

Eu e minha querida meia de lã do Paragua's furada, que mais parece meia de mendigo e outros objetos

Sempre terá uma coisa que marque a sua vida. Certo? Eu não gosto de andar de chinelo, daí eu tenho uma meia do Paraguai super diva de lã que é tipo uma pantufinha. E ela furou no dedão, dos dois pés. E eu estou coma tosse horrível com o, e tem que andar de calçado, e minha mãe não aceita o fato da meia ser um calçado...

Pensando bem, não é um calçado. Mas é tipo. É grosso, e está com o forro todo rasgado de tanto lavar. Ela tem uma estampa que parece aquelas folhas natalinas, e uma partezinha roxa. Ela tem um antiderrapante que não serve para bosta nenhuma, e é muuuuuuuito quentinha e gostosa! E eu uso para tudo!

Agora que eu tenho que tomar aquele maravilhoso remédio, eu até estou usando outra meia par meu dedão não ficar gelado (meu querido dedão batatão!), mas não é a mesma coisa. 

Mas a questão é: não vejo a horas dessa tosse parar - às vezes chega a sair lágrima de meus olhos de tanto tossir, e credo, estou falando como se tivesse cinco anos - e eu poder andar e desfilar por aí com minha querida meia rasgada de mendigo no dedão.

Outro objeto meu, muito querido é meu suéter vermelho cheio de bolinhas. Eu uso ele o dia todo, eu vou para a escola, eu fico em casa, durmo de tarde, vou ali na esquina, vou ali sair (como se ocorresse muitas vezes...), e ele fica cheio de bolinhas. Um dia falei que eu não ia mais usar ele para ir para a escola, e consegui! Tive que eleger outra blusa, e não consegui, mas acho que será a blusa manchada preta e branca! Eu adorava aquele lindo vermelho, beeeeeeeeem larguinho!

Uma antigo, e meu querido era minha amarelinha, uma coberta amarela com flores. Era a coberta mais perfeita do mundo, mas como estava muito rasgada, minha mãe jogou ela fora! Eu fiquei a noite toda chorando por isso. Agora eu já superei, mas fico pensando se fizessem isso com minha meia e meu suéter. Quanto triste eu ficaria... Talvez chorasse por noites e noites. 

Acho que o maior defeito do ser humano é o apego as coisas. Nos apegamos as coisas sem motivos, mas criamos sentimentos por elas, desde por objetos até chegar em seres vivos. E é isso o que nos move. Tentar proteger estas coisas, para nunca mais perdê-las, e este apego continuar, aqui.